sábado, 12 de maio de 2018

Ufa, terminou!

34 jornadas, 17 derrotas. Registo deplorável! O Vitória encerrou a temporada - dececionante por sinal - com mais uma derrota caseira. Desta vez diante do campeão nacional FC Porto (0-1) que já havia confirmado o título na penúltima jornada.

Liga NOS: Vitoria SC x FC Porto
Foto: Zero Zero

Numa bela tarde de sábado e sem qualquer objetivo em jogo - o do Porto já alcançado e o do Vitória já aniquilado - a partida acabou por ser marcada por reencontros e despedidas, salientando-se o adeus de Moreno aos relvados. O capitão do Vitória foi homenageado antes do inicio da partida ao ter realizado 235 jogos de Rei ao peito.
Olhando para aquilo que foi o jogo, os conquistadores até foram os primeiros a criar perigo. À passagem do primeiro quarto de hora, Raphinha isolou Rafael Martins mas o ponta de lança atirou ao lado da baliza defendida por Vaná.
Os minutos que se seguiram foram assumidos pelo conjunto visitante que, num curto espaço de tempo, foi o autor de vários remates à figura de Miguel Silva, nomeadamente por intermédio de Marega, Gonçalo Paciência e Óliver.
Ainda antes do intervalo, houve tempo para uma grande jogada de contra-ataque protagonizada pela formação vitoriana mas que não teve o melhor desfecho com Wakaso a desperdiçar uma grande oportunidade após passe de Heldon.
No segundo tempo, Maxi Pereira foi o primeiro a testar as luvas do guardião vimaranense, ao qual se seguiu, pouco depois, um cabeceamento perigoso de Herrera. O golo do Porto tardou...e chegou. Ao minuto 69', Alex Telles bateu um livre da esquerda com as coordenadas certas para que o cabeceamento fulminante de Marcano resultasse em golo.
José Peseiro lançou Sturgeon e Óscar Estupiñán com o claro intuito de inverter o rumo dos acontecimentos, tendo retirado Raphinha e Mattheus Oliveira que se despediram das bancadas. Tal como Heldon, ainda que o mesmo tenha confirmado a vontade de permanecer em Guimarães na flash-interiew.
A última oportunidade da partida ficou reservada para o mesmo jogador que desperdiçou a primeira: Rafael Martins. A passe de Konan, o ponta de lança brasileiro cabeceou com pouca intensidade à figura de Fabiano que, minutos antes, tinha entrado para o lugar de Vaná.
O resultado não mais se alterou e o Vitória, além de ter ficado a meia da tabela classificativa, confirmou a 17ª derrota na presente edição, o que equivale a dizer que a formação vitoriana foi derrotada em metade dos jogos que disputou.
Se houve coisa que não faltou ao longo da época foi apoio. Nos bons e nos maus momentos, os adeptos marcaram sempre presença. Uma onda de apoio sem igual. Dentro de campo, nada disso foi correspondido.
Esta deveria ter sido a época de afirmação, contudo, na verdade, foi um autêntico fiasco. Erros atrás de erros. Um falhanço total. Agora é tempo de refletir: aprender (novamente!) com os erros do passado e delinear um futuro mais risonho.

Modalidades:

No basquetebol, o Vitória foi derrotado pelo CAB Madeira por uma margem muito reduzida. 89-87 foi o resultado final. A formação liderada por Fernando Sá levava uma desvantagem de 17 pontos a meio do jogo e até conseguiu reduzi-la nos últimos dois períodos. Ainda assim, não foi suficiente para que se carimbasse a reviravolta no marcador.

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sábado, 28 de abril de 2018

Sem chama

O derby vimaranense disputado entre Vitória e Moreirense no estádio D.Afonso Henriques só ficou decidido em tempo de descontos. O golo solitário do peruano Hurtado ao minuto 92' - com festejos envenenados em direção à bancada- derrotou o antijogo da equipa de Moreira de Cónegos.

Liga NOS: Vitoria SC x Moreirense

Face a algumas alterações no "onze" inicial, José Peseiro decidiu apostar num 4-4-2 com Tallo e Óscar Estupiñán na frente. A verdade é que foi a partir dos extremos que nasceu a primeira grande ocasião de perigo. Heldon foi até à linha de fundo e cruzou para a área onde apareceu Raphinha a rematar forte e ligeiramente por cima da baliza adversária. 
Apesar das várias pausas na partida, marcada por uma tremenda falta de criatividade, os pontas de lança acabaram por ter as suas oportunidades ainda no primeiro tempo. Primeiro por Tallo, com um remate de fora da área. A seguir pelo avançado colombiano que, por pouco, não correspondeu a um grande cruzamento de Heldon.
É certo que a primeira parte teve pouco para contar, mas a segunda não teve muito mais. Logo a abrir os segundos 45 minutos, Óscar Estupiñán voltou a aparecer com perigo na pequena área após cruzamento de Konan. No minuto logo a seguir, o ponta de lança chocou com a cabeça de Iago e ficou inconsciente. Foi reanimado mas teve de seguir para o hospital, tendo sido substituído por Hurtado.
Com o aproximar do apito final - e já com Rafael Martins em campo após substituir Tallo - o Vitória impulsionou-se e chegou ao primeiro e único golo da partida. Antes disso, a dez minutos do fim, Wakaso atirou de longe com a bola a rasar poste esquerdo. Logo a seguir, após cruzamento teleguiado de Raphinha, Hurtado esteve perto de acertar nas coordenadas do seu cabeceamento.
O momento do jogo ficou mesmo reservado para os descontos (92'). Heldon e Konan criaram uma boa jogada pelo corredor esquerdo e este último cruzou para Hurtado que, desta vez, correspondeu com um cabeceamento eficaz. Quanto aos festejos em direção à bancada...repetiu-se mais um momento infeliz e desrespeitoso da parte do peruano. De referir que, dado o tempo de compensação, o Moreirense teve ainda tempo para fazer um remate à baliza aos 95 minutos. O primeiro (e único) durante todo o encontro...
Num derby entre vizinhos, o resultado acabou por penalizar o antijogo colocado em prática pela formação de Moreira de Cónegos. Os conquistadores não fizeram uma boa exibição, mas foi suficiente para a soma de três pontos que colocam o Vitória na oitava posição à condição, com 40 pontos, a quatro de um quinto lugar que já não vai ser alcançado: por mérito dos adversários e demérito da formação vitoriana. Os resultados dos jogos de abril frente aos sadinos e aos fogaceiros foram mesmo determinantes.


Futebol de Formação:

Os juniores receberam e venceram o Leixões por duas bolas a zero, saltando para o 5º lugar da tabela classificativa, com 9 pontos conquistados.

Modalidades:

O basquetebol do Vitória deslocou-se ao pavilhão da Luz, onde foi derrotado pelo Benfica por 98-86. O mau inicio de jogo acabou por ser crucial no resultado final, de tal modo que ao fim do primeiro período a diferença já era de quinze pontos. A formação vitoriana soma agora a quinta derrota consecutiva...
No polo aquático, em jogo a contar para a primeira mão do play-off, os conquistadores empataram 7-7 frente ao Sporting.
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E OH VITÓRIA VAMOS A ELES!

sábado, 21 de abril de 2018

Sábado negro

Dia negro para as hostes vimaranenses. Além do futebol, o Vitória foi também derrotado em basquetebol e voleibol. No que toca ao desporto rei, o Vitória deslocou-se a Santa Maria da Feira, onde perdeu por duas bolas a uma depois de ter estado em vantagem no marcador.

Liga NOS: Feirense x Vitoria SC
Foto: Zero Zero
A jogar frente a um clube que bem conhece, Crivellaro foi o autor da primeira grande oportunidade da partida com a bola a passar junto ao poste esquerdo da baliza de Miguel Silva. Logo de seguida foi Mattheus a tentar a sua sorte com um remate de fora da área.
Primeiros minutos frenéticos: Raphinha e João Silva foram a prova disso. Ao minuto 10', num contra-golpe rápido, a bola sobrou para o extremo da formação vitoriana que viu o seu remate ser desviado antes de a bola entrar na baliza. A vantagem não durou muito tempo. Dois minutos depois, num lance bem desenhado pela equipa da casa, João Silva restabeleceu a igualdade.
Os brasileiros Raphinha e Mattheus voltaram a tentar a sua sorte em momentos distintos, à qual Edson Farias e Luís Machado não ficaram indiferentes, mas igualmente sem sucesso.
À beira do intervalo, na sequência de um livre cobrado por Heldon, Pedrão introduziu a bola dentro da baliza adversária. Contudo, o golo foi anulado por alegada falta de Rafael Martins antes do cabeceamento do central brasileiro.
No inicio do segundo tempo, Mattheus voltou a estar em destaque com um excelente remate a passar a centímetros do poste direito da baliza de Caio. Do outro lado, na resposta, Luís Machado obrigou Miguel Silva a uma defesa espantosa.
José Peseiro resolveu mexer no jogo lançando Tallo e Wakaso para os lugares de Rafael Martins e Sturgeon, respetivamente. Apesar de tudo, o costa-marfinense entrou com vontade de se redimir e dispôs logo de duas grandes situações para marcar, tendo ainda simulado um penalty quando podia ter tirado outras mais valias do lance.
A lesão de Jubal forçou a última substituição a quinze minutos do fim com a entrada de Moreno. Foi a partir desse momento que o jogo começou a ficar partido. Bola cá, bola lá. E a sorte acabou por sorrir aos fogaceiros. Na sequência de um canto, Briseno cabeceou para o golo da reviravolta.
Frente ao último classificado, um adversário a precisar de pontos urgentemente, já se adivinhava tarefa complicada para os conquistadores. Ainda assim, esperava-se mais da equipa orientada por José Pesiero. Ele que questionou a dualidade de critérios da equipa de arbitragem na flash-interview, contudo esta não pode nem deve ser a desculpa para mais um resultado negativo.
Mais um jogo fora de portas, mais uma derrota. Com a 16ª derrota em 31 jogos, o Vitória arrisca novamente voltar a cair para a segunda metade da tabela classificativa. Nota de destaque para as centenas de adeptos que marcaram presença em Santa Maria da Feira. Agora imaginem se estivéssemos a lutar por um lugar no pódio...


Futebol de Formação:

Os juvenis foram derrotados pelo FC Porto por três bolas a uma. Ao fim de três jogos, o Vitória ocupa a quarta posição ainda sem qualquer triunfo.

Modalidades:

No basquetebol, o Vitória perdeu na receção à formação da Oliveirense por 79-83. Uma segunda parte menos bem conseguida da parte da equipa de Fernando Sá ditou a derrota caseira frete ao atual líder da tabela classificativa.
Já com a descida de divisão confirmada, a equipa de voleibol deslocou-se ao pavilhão do Clube K onde foi derrotada por 3-1 com os parciais de 25-19, 20-25, 25-21 e 25-19.

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sábado, 14 de abril de 2018

À deriva

O Vitória perdeu a possibilidade de subir duas posições na tabela classificativa ao empatar a uma bola diante do homónimo de Setúbal, numa partida com poucas oportunidades onde se jogou, claro está, pouco futebol...

Liga NOS: V. Guimarães x V. Setúbal
Foto: Zero Zero
Repetindo exatamente o mesmo "onze" da jornada passada - uma situação inédita na presente temporada - o Vitória até entrou bem no jogo. Na primeira oportunidade perigo, os conquistadores tiveram a frieza e a eficácia necessárias para chegar ao golo. Konan foi até à linha de fundo cruzar para a área, João Aurélio rematou de primeira e foi o peruano Hurtado a desviar para o fundo das redes.
A formação de José Peseiro voltou a ter uma oportunidade flagrante mas Heldon não conseguiu concretizar. Tudo isto instantes depois de um minuto 19' frenético nas bancadas: celebração do aniversário da claque White Angels (com direito a fumos no topo sul) e uma coreografia de lanternas a alastrar-se a todo o estádio.
Contudo, o castelo iluminado fez com que fosse o adversário a crescer no jogo. Não marcaram à primeira, marcaram à segunda. Depois do tiro de Wallyson a tirar tinta ao poste, um canto batido da esquerda e um desvio de Edinho foram suficientes para que Vasco Fernandes aparecesse solto dentro da pequena área, restabelecendo a igualdade.
Após uma primeira parte (muito) fraca, pensava-se que o Vitória ia apresentar uma qualidade de jogo diferente com o futebol mais fluído. Pura ilusão... Tanto que Edinho esteve perto de marcar por duas vezes num curto espaço de tempo, logo a abrir o segundo tempo.
Foto de O lado V.
Destaque da semana - Adeptos (Foto: O lado V)
A lesão de Hurtado deu lugar à entrada de Welthon - desta vez jogando mais de meia hora - mas as consequentes alterações no esquema tático não surtiram qualquer efeito. Os dois brasileiros da frente andaram completamente à deriva.
As constantes paragens quebraram o ritmo da partida. Se já era pouco, pior ficou. O que não impediu de Jubal ter uma oportunidade soberana e, quinze minutos depois, ser a persitência de Raphinha a causar mossa na defensiva sadina.
As entradas tardias de João Vigário e Sturgeon não trouxeram nada de novo ao jogo. A melhor oportunidade ficou mesmo reservada para o fim com um canto batido por Mattheus imediatamente afastado e, na insistência, um cabeceamento de Pedrão a sair ligeiramente por cima.
É caso para dizer que, com um Vitória de um lado e com outro Vitória do outro...deu empate. Um resultado que satisfaz mais as necessidades da equipa de Setúbal do que propriamente as da cidade-berço.
A distância para uma possível posição europeia situa-se agora nos seis pontos que poderão passar a nove ainda nesta jornada. Tudo isto numa altura quando já só estão doze pontos em disputa. A conclusão...é óbvia. E dispensa comentários.


Futebol de Formação:

Os juniores foram mais uma vez derrotados pela margem mínima. Derrota por 3-2 frente ao FC Porto com o tento final a surgir no último minuto, à semelhança da partida com os leões. Os pupilos de Alex até estiveram em vantagem por duas vezes mas permitiram a reviravolta dos azuis e brancos. Com este resultado, o Vitória permanece na última posição e terá mesmo inviabilizado a remota possibilidade de conquistar o título nacional.

Modalidades:

Também a equipa orientada por Fernando Sá foi derrotada pelo Porto por 88-103. Com um resultado de 49-49 ao intervalo, numa partida eletrizante com várias cambalhotas no marcador, os conquistadores protagonizaram um péssimo terceiro período, crucial no resultado final.
Dez anos depois de se sagrar campeão, o voleibol do Vitória confirmou a descida de divisão após mais uma derrota caseira. No jogo do tudo ou nada, a formação vitoriana acabou por sair derrotada por 1-3 frente à Académica de São Mamede com os parciais de 13-25, 25-16, 23-25 e 23-25.

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sábado, 7 de abril de 2018

Pragmatismo

Com uma exibição sólida e personalizada, o Vitória recebeu e venceu o Rio Ave por três bolas a zero. Apesar de a diferença pontual situar-se agora nos sete, o 5º lugar já não passa de uma miragem.
Foto de Vitória Sport Clube.
Foto: Vitória Sport Clube
Numa primeira parte a todo o gás, com muito para contar, o Rio Ave entrou melhor e dispôs de duas grandes oportunidades numa fase madrugadora da partida. Ambas por intermédio de Guedes. Mas foi só uma questão de tempo até a estratégia de Peseiro começar a causar estragos. Tendo oferecido a iniciativa de jogo, a pressão alta perante um bloco baixo foi a chave do encontro.
O Vitória dispôs de uma mão cheia de lances perigosos num espaço de dez minutos até chegar, finalmente, ao primeiro golo do jogo, golo esse alcançado a meio do primeiro tempo. Os constantes erros do setor defensivo visitante permitiram que os quatro jogadores da frente de ataque vimaranense tentassem assustar Cássio, de todas as maneiras e feitios. Salientando-se o golo anulado a Rafael Martins por fora de jogo e o falhanço de Hurtado com a baliza completamente escancarada. Heldon e Raphinha estiveram no seio das restantes tentativas.
Na sequência de um pontapé de canto, Heldon colocou a bola ao primeiro poste e o central Marcelo acabou por desviá-la para o fundo das redes. Estava feito o primeiro no D.Afonso Henriques. Meia dúzia de minutos depois, lance fotocópia. Mattheus encarregou-se de cobrar a bola parada do lado direito e o central Jubal apareceu no sítio certo ao cabecear para o segundo golo do jogo.
Aproveitando a diminuição de intensidade e pressão por parte da formação vitoriana, os vilacondenses tentaram reduzir a vantagem pouco depois. Contudo, o remate de Diego Lopes encaixou nas luvas de Miguel Silva. O momento crucial da partida deu-se ao minuto 41'. Lance de génio de Heldon. O cabo-verdiano fez uma maldade a Lionn - ambos a defrontarem um clube pelo qual já passaram - seguindo-se um cruzamento com as coordenadas certas para a cabeça de Rafael Martins que já não marcava desde novembro.
No segundo tempo, o Vitória assumiu o controlo do jogo e soube gerir o resultado. Ainda assim, a formação de Vila do Conde voltou a entrar melhor e Geraldes até chegou a dar ilusão de golo com um remate forte à malha lateral da baliza de Miguel Silva. E mais uma vez...foi apenas fogo de vista. Logo a seguir, num lance de insistência de João Aurélio, Heldon obrigou Cássio a uma defesa apertada. Pouco depois de ter entrado, o recém-entrado Sturgeon esteve a centímetros de se estrear a marcar com a camisola dos conquistadores. O mesmo se sucedeu com Welthon que entrou já em período de descontos.
Foto de Vitória Sport Clube.
Destaque da semana (Foto: Vitória Sport Clube)
O Vitória de José Peseiro - que continua a melhorar jogo após jogo - rubricou uma boa exibição, desinibida, justificando a conquista dos três pontos na plenitude. Repetiu-se, portanto, o resultado do jogo da época passada. Ainda que noutro contexto...e com outros protagonistas. O Rio Ave foi, até ao momento, a única equipa frente à qual o Vitória não sofreu qualquer golo no total dos dois jogos disputados a contar para o campeonato.
Com este resultado, a formação vitoriana sobe ao 9º lugar com 36 pontos, ficando agora a sete do 5º classificado quando só restam cinco jogos para o fim da época. Pode-se dizer que se venceu um candidato direto, contudo, perante as atuais circunstâncias, de pouco ou nada valerá. Mesmo que os conquistadores consigam a proeza de conquistar, face a redundância, os quinze pontos possíveis nas cinco partidas que restam.

Equipa B e Futebol de Formação:

Na visita ao reduto do Arouca, o Vitória B alcançou o golo do triunfo ao cair do pano com o tento solitário de João Correia. Com este resultado frente a um candidato à subida, os bês mantêm o 10º lugar, agora com 45 pontos.
Os juniores receberam e golearam o V.Setúbal por 4-1 com uma ponta final de jogo escaldante. Dos 5 golos, 4 foram marcados para lá do minuto 80'. Apesar do triunfo, os pupilos de Alex continuam em 7º lugar com 6 pontos em 6 jogos, fruto de duas vitórias (caseiras) e quatro derrotas pela margem mínima.
Já os juvenis apuraram-se para a terceira fase de forma brilhante. Depois da goleada frente ao Angrense (6-0), os sub-17 golearam também o Nacional (4-0) até que, no jogo decisivo frente ao Real, um golo ao cair do pano carimbou o acesso à fase seguinte, numa partida que terminou com o resultado de 2-1 favorável aos conquistadores.

Modalidades:

No voleibol, os conquistadores conseguiram finalmente vencer uma partida ao fim de cinco tentativas. Triunfo por 3-2 na receção ao VC Viana com os parciais de 23-25, 29-25, 25-23, 25-17 e 15-12. Uma fantástica reação a partir do terceiro set valeu ao Vitória alguma esperança na luta pela permanência. Com apenas mais três jogos em disputa, a formação vitoriana tem que correr atrás do prejuízo e vencer, no mínimo, dois jogos.

Em suma, uma jornada 'à Vitória'. Triunfos em todas as batalhas disputadas.

E OH VITÓRIA VAMOS A ELES!

sábado, 31 de março de 2018

Dissabor...

Em vésperas de Páscoa, um Vitória competente e organizado soube como (tentar) dificultar a vida ao Benfica, contudo, acabou por sair da Luz derrotado por duas bolas a zero...

Liga NOS: Benfica x V. Guimaraes
Foto: Zero Zero
José Peseiro mudou duas peças em relação ao jogo anterior com as entradas de Sturgeon e Wakaso no "onze". A equipa da casa entrou melhor e tentou assustar Miguel Silva por duas vezes nos primeiros dez minutos. Foi precisamente a partir desse momento que os conquistadores se soltaram e dominaram praticamente todo o restante primeiro tempo. Sem ponta de lança e com um meio campo reforçado, os conquistadores souberam sempre sair a jogar de forma competente e organizada. Tirando partido do corredor esquerdo, Raphinha esteve perto de marcar por duas vezes. Pelo meio ainda lhe foi anulado um golo devido a fora de jogo de Jubal, autor do cabeceamento e consequente assistência para o brasileiro. Mattheus também teve as suas oportunidades através de pontapés de canto diretos. Quando nada o fazia prever, eis que João Aurélio comete penalty por mão na bola à beira do intervalo. A infração é clara, a intencionalidade não. O VAR (Fábio Veríssimo...) alertou Xistra e este concedeu a grande penalidade, convertida por Jonas.
Depois de uma das melhores primeiras partes da época, o Vitória regressou dos balneários mais reticente pelo que Miguel Silva foi chamado a intervir três vezes nos minutos iniciais, mais do que em todo o primeiro tempo. Já com Joseph em campo, Raphinha teve nos pés a oportunidade do empate mas tremeu na cara de Bruno Varela, num lance já sinalizado pelo arbitro assistente...erradamente. Do outro lado, Rui Vitória lançou Raúl e este acabou por ter clara influência no marcador. Num lance de contra-ataque, com quatro para três, o mexicano cruzou de letra junto à linha de fundo ao que se seguiu um cabeceamento eficaz de Jonas. Ponto final na partida ao minuto 78'. O técnico da formação vitoriana lançou Welthon e Hélder Ferreira logo a seguir, um ainda assustou Bruno Varela, o outro quase que ofereceu o terceiro golo. Houve ainda tempo para uma oportunidade para cada lado. Mattheus na conversão de um livre direto e só depois a do recém-entrado Seferovic já em tempo de descontos.
O Vitória perdeu. É um facto. Contudo, fez uma exibição satisfatória, da qual se podem tiras bons apontamentos para os jogos que se avizinham. Apenas e só para cumprir calendário, diga-se de passagem. Destaque para as centenas de adeptos que se deslocaram à Luz e protagonizaram um belo espetáculo sempre que se faziam ouvir. E foram várias as vezes, como seria de esperar. Nota ainda para a grande penalidade assinalada à beira do intervalo. Aceita-se a decisão, mas a mesma pode ser alvo de inúmeras questões. Uma delas será: e se fosse ao contrário...? José Peseiro, na conferência de imprensa, alertou ainda para o lance que deu o 2-0 para o Benfica devido a uma falta não assinalada segundos antes do golpe final. Quanto ao resultado das eleições, e visto que uma semana depois ainda não me pronunciei acerca de tal, apenas gostaria de frisar que os 52-48 foram um autêntico cartão alaranjado para a Lista B de Júlio Mendes. O Vitória é nosso!


Equipa B e Futebol de Formação:

A equipa B empatou a duas bolas na receção ao Leixões. Depois do ciclo de invencibilidade ter sido quebrado no fim de semana passado, as coisas voltaram a não começar bem para a formação de Vítor Campelos. A meio do primeiro tempo os bês já se encontravam a perder por 2-0. Na segunda parte, os golos de Tiago Castro e Marcos Valente foram suficientes para a conquista de um ponto.
Os juniores foram derrotados em Leiria por uma bola a zero. Com apenas cinco jogos disputados (quatro derrotas pela margem mínima), os sub-19 encontram-se já a dez pontos do líder pelo que o sonho do título já começa a parecer missão impossível.
A contar para o play-off de apuramento para a fase de campeão, os juvenis golearam a equipa do Angrense por uns expressivos 6-0.

Modalidades:
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Destaque da semana (Foto: O Jogo)
O basquetebol do Vitória conseguiu um triunfo categórico frente ao Benfica por 87-77. Até ao final do terceiro período, o jogo foi sempre marcado por um certo equilibrio. O quarto e último período acabou mesmo por ser decisivo com destaque para a grande exibição de Roderick Nealy, melhor marcador do campeonato. Os vitorianos, esses, compareceram em massa no pavilhão e, mais uma vez, deram espetáculo. Grande ambiente!
No voleibol, novamente perdulários. Numa partida a contar para os "quartos" da Taça de Portugal, o Vitória foi derrotado pelo Leixões por 3-0 com os parciais de 25-21, 31-29 e 25-17.

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domingo, 18 de março de 2018

Sem exuberância

A viver momentos completamente distintos, Vitória e Desportivo das Aves defrontaram-se no estádio D.Afonso Henriques e os três pontos acabaram por ficar no Berço. Triunfo por duas bolas a uma, numa partida, desta vez, sem grandes contrariedades para os conquistadores.

Liga NOS: Vitoria SC x Desp Aves
Foto: ZeroZero
Com algumas alterações forçadas em relação ao jogo anterior, o primeiro lance de perigo até pertenceu ao Vitória. Rafael Miranda combinou com Rafael Martins e viu o remate do brasileiro sair ligeiramente ao lado da baliza adversária. Com apenas meia dúzia de minutos jogados, e na sequência de uma bola parada de laboratório, o ponta de lança brasileiro conquistou uma grande penalidade por falta de Amilton. Na cobrança do castigo máximo, Facchini atirou-se para um lado, Hurtado rematou para o outro. A tentativa de resposta surgiu por intermédio de Vítor Gomes que, à entrada da área, rematou à figura de Miguel Silva. A meio do primeiro tempo, na sequência de uma bola afastada, Hurtado teve tempo e espaço para bisar mas o remate bateu com estrondo no poste. A cerca de cinco minutos do intervalo, Amilton redimiu-se do penalty convertido. Assustou à primeira e finalizou à segunda, após um momento menos feliz do guardião vimaranense.
No segundo tempo, os conquistadores não entraram bem mas foram, mais uma vez, os primeiros a criar perigo. Numa excelente jogada de contra-ataque conduzida pelos três atacantes, Raphinha cabeceou a bola diretamente para as mãos de Facchini. Rafael Martins e Heldon também fizeram as suas investidas mas...sem sucesso. Até que, a passe do camisola 10, o peruano Hurtado conseguiu chegar ao bis. Tirou a camisola para festejar, viu o 5º amarelo e volta a falhar um jogo diante do Benfica. Os últimos minutos da partida foram intensos, nomeadamente com as expulsões em ambos os bancos de suplentes, mas não se verificaram mais oportunidades à exceção do remate de fora da área defendido por Miguel Silva em tempo de descontos. As entradas de Sturgeon, Vigário e João Afonso, para lá dos 80 minutos, não trouxeram nada de novo ao jogo. De referir ainda que Raphinha voltou a sair com queixas, desta vez de maca.
A formação orientada por José Peseiro não fez uma excelente exibição, mas parece ter feito o suficiente para, finalmente, conquistar os três pontos, pela primeira vez desde a chegada do técnico. Não tem sido muito habitual haver jogos em Guimarães ao domingo à tarde, o último tinha sido frente ao Marítimo que terminou com o mesmo resultado e com o filme da partida idêntico. Certo é que este regresso aos triunfos poderá trazer a confiança necessária à equipa para ficar emocionalmente mais estável. Os adeptos, esses, voltaram a marcar presença em massa. Cerca de meia casa mesmo com uma crise de resultados. A formação vitoriana soma agora 33 pontos e encontra-se no 9º lugar. Independentemente de estar a sete pontos do Rio Ave (à condição), o sonho europeu já terminou, resta agora terminar na melhor posição possível, sabendo que já nada salvará esta época medíocre.


Equipa B e Futebol de Formação:

Na visita ao reduto do Famalicão, os bês não foram além de um empate a uma bola. A equipa B adiantou-se no marcador com um golo de Óscar Estupiñán, contudo, os famalicenses conseguiram repor a igualdade ainda durante a primeira parte. O resultado não mais sofreu alterações e o Vitória B voltou a somar mais um jogo sem derrotas. Nesta segunda volta, em 10 jogos disputados, 7 vitórias e 3 empates. Números que valem o 9º lugar com 41 pontos à formação de Vítor Campelos.
Os iniciados derrotaram o Moreirense por duas bolas a uma e garantiram o terceiro lugar com 24 pontos conquistados, não tendo sido possível o apuramento para a terceira fase...

Modalidades:
Foto de O lado V.
Destaque da semana (Foto: O Lado V)

No basquetebol feminino, o Vitória derrotou o Benfica por 85-77 e conseguiu o apuramento para os play-off's ao garantir o 7º lugar com 31 pontos.
O voleibol do Vitória voltou a dar mais um passo...a caminho da descida de divisão. Derrota frente à Académica de São Mamede por 3-2 por 16-25, 25-21, 25-16, 22-25 e 17-15. Em 4 jogos disputados na série dos últimos, os conquistadores somam nada mais nada menos do que...4 derrotas. Quatro é igualmente o número de jogos que falta para decidir quem desce à segunda divisão, numa espécie de segunda volta que se falta jogar. É urgente reencontrar o caminho dos triunfos, caso contrário as contas complicam-se ainda mais do que já estão.

E OH VITÓRIA VAMOS A ELES!