domingo, 11 de fevereiro de 2018

Sem arte para o xadrez

Na tradicional e complicada deslocação ao Bessa, a formação vitoriana saiu derrotada por uma bola a zero. Num jogo intenso e com alguma polémica à mistura, o Boavista fez o que já não conseguia há três anos: derrotar o Vitória que, desta vez, não soube jogar xadrez.
Liga NOS: Boavista x V. Guimarães
Foto: ZeroZero
Em relação ao jogo anterior, Pedro Martins procedeu a duas alterações com as entradas de Heldon e Rafael Martins para o "onze" inicial. Num primeiro tempo com poucas oportunidades, a primeira equipa a criar perigo até foi o Vitória. Com apenas 38 segundos decorridos, Hurtado esteve muito perto de concluir com sucesso uma jogada bem delineada por Heldon e Raphinha. Ele que voltou a estar perto de marcar alguns minutos depois, novamente após cruzamento do brasileiro. Do outro lado, também Kuca dispôs de duas situações para inaugurar o marcador. Os conquistadores só voltaram a levar perigo à baliza adversária à beira do intervalo com um cabeceamento de Rafael Martins à figura e com um remate de fora da área por parte de Wakaso. Esta terá mesmo sido uma das piores primeiras partes protagonizadas pela formação vitoriana na presente temporada, com muitas bolas perdidas e muitas faltas (algumas delas inexistentes).
Logo a abrir o segundo tempo, eis que surge uma dupla alteração: Rafael Miranda por Mattheus e Sturgeon por Hurtado. À passagem do minuto 57', Talocha descobriu Fábio Espinho solto na área que, de primeira, atirou para o fundo das redes. Um lance em que Douglas podia ter feito mais. Meia dúzia de minutos depois, Nuno Almeida assinalou penalty a favor do Vitória, contudo, pela segunda vez nesta época, voltou atrás na sua decisão após ouvir as indicações do VAR. A mão de Yushupa é clara. A dúvida recai em descortinar se foi dentro ou fora da área, ainda que pareça dentro, mas perante um nível de incerteza tão elevado, não se compreende como é que a decisão é alterada. Em nosso prejuízo...estão sempre prontos a intervir. O mesmo jogador que cometeu a infração deveria ter sido expulso instantes depois. Numa jogada de grande envolvimento coletivo, Konan cruzou para a área e viu Vagner negar o golo após o cabeceamento improvável do recém-entrado Rafael Miranda. Estupiñán foi a jogo mas...tarde demais.
A jogar assim, com medo, não vamos a lado nenhum. Temos razões de queixa da arbitragem mas isso não serve, de todo, de desculpa para a péssima exibição protagonizada. Uma das dificuldades que saltou logo à vista foi a de ganhar primeiras e segundas bolas. E nesse aspeto que falta nos fez o tão criticado Tallo. E quando se sente falta de um Tallo...está tudo dito. Três anos depois, o Boavista lá nos conseguiu vencer e a alegria era bem patente nas bancadas, bancadas essas que se encontravam pouco preenchidas. Os adeptos do Vitória, esses, golearam nas bancadas. Apoio soberbo e incondicional dos cerca de 2000 adeptos presentes no Bessa, mesmo estando em desvantagem no marcador. Tínhamos a clara hipótese de saltar para o 6º lugar e acabamos por cair para a oitava posição, a sete pontos do 5º classificado. As coisas complicam-se cada vez mais. Avizinha-se o derby minhoto, um jogo que poderá ser mesmo decisivo nas aspirações europeias do Vitória.

Foto de De Espada Afiada.
Destaque da semana (Foto: De Espada Afiada - página do facebook)

Equipa B e Futebol de Formação:

Os bês sofreram para garantir a conquista de mais três pontos, somando a quinta vitória consecutiva na presente edição, algo que só o líder conseguiu até ao momento. Na receção ao Cova da Piedade, o único golo da partida foi apontado por Tiago Castro ao minuto 83'. De referir ainda que os conquistadores jogaram toda a segunda parte em superioridade numérica. Posto isto, o Vitória B encontra-se no 12º lugar, seis pontos acima da linha de água.
Os iniciados deslocaram-se a Santa Maria da Feira, onde foram derrotados pelo Feirense por duas bolas a uma. Com este resultado, os sub-15 ficam agora a sete pontos do 2º classificado quando já só falta disputar quatro jornadas. Tarefa complicada...

Modalidades:

Na meia-final da Taça Hugo dos Santos, o basquetebol do Vitória não conseguiu levar a melhor sobre o Benfica tendo sido derrotado por 81-75, numa partida disputada em Sines. A equipa orientada por Fernando Sá entrou mal no jogo mas depressa equilibrou as coisas. Com uma exibição extremamente oscilante, os conquistadores chegaram a ter treze pontos de desvantagem e só no quarto período conseguiram passar para a frente do marcador. Foi precisamente aí que o Vitória quebrou. Depois de ter o jogo "na mão" por diversas vezes, a formação vitoriana deixou escapar a curta vantagem de dois pontos no derradeiro minuto da partida.
No polo aquático, o Vitória venceu o CDUP por 11-9 e colou-se à equipa do Sporting na 4ª posição, com 16 pontos conquistados ao fim de doze jornadas disputadas.

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segunda-feira, 5 de fevereiro de 2018

Será a hora !?

Fim de semana perfeito no panorama do futebol. Todas as formações venceram. No que toca à equipa principal, triunfo importante sobre o Paços de Ferreira por três bolas a duas. Perante o ciclo de jogos que se avizinha, é hora de dar corda aos sapatos e ir em busca de um 5º lugar que possa, eventualmente, "salvar" esta época de poucos altos e muitos baixos.

Liga NOS: Vitoria SC x P. Ferreira
(Foto: ZeroZero)
João Afonso e Mattheus Oliveira eram, numa primeira instância, a grande novidade na convocatória para o duelo frente ao Paços. Pois bem, além de convocados, tiveram também entrada direta no "onze" inicial, algo que viria a ter efeito imediato no inicio da partida. Mas vamos por partes. A primeira grande oportunidade do jogo pertenceu a Wakaso que rematou de longe, tendo a bola sofrido um desvio muito traiçoeiro. Na sequência desse lance, Raphinha cobrou o pontapé de canto e, adivinhe-se, Mattheus saltou mais alto para cabecear para a zona do segundo poste, onde estava João Afonso (ver foto acima) que inaugurou, assim, o marcador com apenas cinco minutos de jogo decorridos. Regresso de sonho do central português. A resposta do Paços chegou um quarto de hora depois. Assis cruzou para a área e uma infelicidade de Pedrão ao tentar cortar a bola resultou no golo do empate. À passagem da meia hora de jogo, Tallo driblou dentro da área pacence e assistiu Raphinha, recolocando a formação vitoriana na frente do marcador. Até ao intervalo, nota para uma grande penalidade que ficou por assinalar por mão de Ricardo dentro da grande área. O VAR...decidiu erradamente, novamente em prejuízo do Vitória.
À semelhança do primeiro tempo, também a segunda parte não poderia ter começado melhor para os conquistadores. Sturgeon foi agarrado por Bruno Santos na grande área e o árbitro Rui Oliveira apontou para a marca dos onze metros. Guarda-redes para um lado, bola para o outro. Foi assim que Hurtado ampliou a vantagem. Dez minutos depois foi a vez de Sturgeon tentar a sua sorte, contudo, o seu remate foi travado por Rafael Defendi. Já com Rafael Martins e Heldon em campo - tendo substituído Tallo e Hurtado, respetivamente - a formação orientada por João Henriques acabou mesmo por reduzir a diferença num lance muito bem trabalhado por António Xavier e Luíz Phellype, jogadores que tinham acabado de entrar. Primeiro (e único) remate à baliza, dois golos. Logo a seguir, João Afonso voltou a introduzir a bola dentro da baliza mas o lance foi invalidado por fora de jogo. O Vitória que sempre apostou na velocidade e na profundidade foi perdendo algumas disputas de bola na reta final do encontro, tendo permitido uma última ocasião ao adversário em cima do minuto 90', desperdiçada pelo ponta de lança brasileiro. Um lance que provocou calafrios mas que não impediu os conquistadores de somarem três pontos muito importantes. Triunfo sofrido, exibição oscilante, mas um resultado justo.
Avizinha-se um ciclo de jogos crucial para o que nos resta da temporada. Ou melhor, para o que nos resta unica e exclusivamente do campeonato. Com o objetivo assumido de alcançar o 5º lugar, os próximos jogos poderão mesmo ser decisivos nesta caminhada: ida ao Bessa, receção ao Braga e visita aos Barreiros para defrontar o Marítimo. Três equipas que se encontram, à semelhança dos conquistadores, na primeira metade da tabela classificativa. É extremamente importante a conquista dos nove pontos possíveis nestes três jogos. Qualquer resultado que não um triunfo poderá revelar-se comprometedor. A recuperação começa aqui! A ver vamos do que é que este Vitória é realmente capaz... Para já, oitavo lugar à condição com 29 pontos somados, a quatro do Rio Ave que se encontra na quinta posição.

Equipa B e Futebol de Formação:

Os bês deslocaram-se ao reduto do último classificado e derrotaram o Real SC por três bolas a uma. A formação orientada por Vítor Campelos ficou reduzida a dez elementos antes do intervalo, por expulsão de Hélder Ferreira. Isto tudo numa altura em que o resultado estava em 0-2 com golos de Pedro Raul e Denis Duarte. No segundo tempo, Pedro Raul acabou mesmo por bisar e o setor defensivo vimaranense só consentiu um golo através de um penalty convertido pela equipa da casa. Com este triunfo, o Vitória B soma agora a quarta vitória consecutiva, encontrando-se no 13º lugar com 29 pontos, seis acima da linha água.
Foto de O melhor do Vitória.
Destaque da semana
Os juniores carimbaram o acesso para a fase final do campeonato com um triunfo em Chaves por duas bolas a zero. Quando tudo já parecia perdido, dada a diferença pontual para o último lugar de apuramento, eis que surge a grande recuperação dos pupilos de Alex ao somarem 34 pontos ao fim de 22 jogos, dos quais 15 foram alcançados nas últimas sete partidas. Destaque ainda para Leandro Costa que foi o melhor marcador da edição com 16 golos.
Neste fim de semana houve derby em juvenis e em iniciados. Os sub-17 derrotaram os bracarenses por 3-1 enquanto que os sub-17 venceram pela margem mínima (1-0). Ambas as formações têm agora 15 pontos conquistados e encontram-se a quatro de uma posição que lhes permita sonhar com o apuramento para a próxima fase.

Modalidades:

A formação liderada por Fernando Sá regressou ao triunfos com uma vitória caseira sobre o Elétrico por 88-72. Os conquistadores encontram-se no 4º lugar com 29 pontos, mantendo o o segundo melhor ataque do campeonato, bem como a segunda pior defesa.
No voleibol, mais uma derrota. A 14ª em 20 partidas. Derrota caseira frente ao Benfica por 0-3 com os parciais de 23-25 , 17-25 e 13-25. A quatro jogos do fim, os conquistadores encontram-se na penúltima posição e com a missão muito complicada de ficar nos 8 (ou talvez 9) primeiros classificados.
O polo aquático do Vitória caiu para o 6º lugar após a derrota caseira frente ao líder Fluvial por 8-16.


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quarta-feira, 31 de janeiro de 2018

Golpe duro...

Na difícil deslocação a Alvalade, o Vitória acabou por pecar nos instantes finais e somou o sexto jogo consecutivo fora de casa sem vencer. A formação vitoriana bateu-se bem durante praticamente toda a partida, sempre com os olhos postos na baliza adversária, mas a sorte não sorriu aos conquistadores...
Liga NOS: Sporting x V. Guimaraes
Foto: ZeroZero
Sem poder contar com Heldon, Pedro Martins procedeu a duas alterações no "onze" em relação à jornada passada, com as entradas de Rafael Miranda e Sturgeon. Raphinha e João Aurélio foram os autores das primeiras tentativas de golo, às quais Rúben Ribeiro tentou responder no minuto seguinte. O ritmo da partida baixou e até ao final da primeira parte só se assistiu a mais um remate à baliza, tendo sido Hurtado o protagonista desse mesmo lance com um remate de primeira à figura. Pouco depois, Raphinha voltou a tentar a sua sorte de fora da área mas o remate saiu ao lado. Já à beira do intervalo, também William tentou assustar Douglas num primeiro tempo sem qualquer defesa por parte do guardião vimaranense. O Vitória soube anular a estratégia dos leões nos primeiros 45 minutos, aliando a isso uma forte aposta no contra-golpe que chegou a fazer tremer os leões. Para isso, os conquistadores deixaram o adversário ter bola, mas sempre com a intenção de a recuperar para apanhar o adversário em desequilíbrio.
No segundo tempo, o filme foi outro. Mas não muito diferente. Já com duas substituições usadas, o Sporting criou finalmente perigo junto da baliza de Douglas. Grande mancha do guardião a remate de Doumbia. No lance anterior, Hurtado esteve muito perto de marcar mas o remate saiu frouxo para as mãos de Patrício. O cerco ia apertando e o Sporting até chegou mesmo a ter o triplo de ataques, contudo, o número de remates mantinha-se equilibrado, bem como o número de oportunidades flagrantes. O recém-entrado Bruno César viu o seu remate a ser travado pelo poste, desviando em Douglas. Pedro Martins mexeu no ataque vimaranense e lançou Hélder e Rincón para os lugares de Hurtado e Raphinha. A ideia era clara: ir em busca do golo. Contudo, saiu tudo ao contrário. À passagem do minuto 82', Acuña quis surpreender Douglas com um remate à meia volta mas o guardião respondeu com uma defesa monumental. Só não foi o momento da noite porque, no minuto a seguir, o mesmo Acuña cruzou para a área e o improvável Mathieu apareceu solto e rematou para o fundo das redes. Um autêntico murro no estômago... Já com Rafael Martins em campo, Tallo rematou à figura de Rui Patrício mas o resultado não mais se alterou.
Custa sofrer um golo nos instantes finais. E custa ainda mais quando esse golo acaba por ser decisivo no resultado final. O Vitória não fez um jogo brilhante mas merecia mais. Os extremos tiveram hoje um maior comprometimento defensivo e isso revelou-se eficaz até ao momento das substituições. Os erros da goleada da primeira volta não voltaram a ser cometidos, de todo, no entanto, houve espaço para um pecado final. Ainda assim, e como Pedro Martins salientou, a equipa parece estar agora mais perto do equilíbrio que tanto procurava. O Vitória encontra-se agora no 9º lugar, a três pontos do 6º classificado e a sete do 5º posto, ocupado pelo Rio Ave. Durante a última semana de mercado, Welthon assinou por quatro épocas e meia, Mattheus Oliveira chegou por empréstimo, João Afonso regressou e Pedrão renovou até 2022 tendo ficado com uma cláusula de 30 milhões, bem como Welthon. Serão estes os efeitos da aproximação das eleições...? Provavelmente, tarde demais. Uma palavra de apreço para as centenas de vitorianos que se deslocaram a Alvalade numa quarta-feira à noite, tendo sido incansáveis no apoio à equipa.



Ledman LigaPro: V. Guimarães B x Covilhã
Destaque da semana (Foto: ZeroZero)

Equipa B e Futebol de Formação:

A equipa B somou o terceiro triunfo consecutivo ao derrotar o Sporting da Covilhã por 3-0. Ao intervalo, os bês iam vencendo os serranos com um golo de Óscar Estupiñán, um jogador que já começa a merecer outra oportunidade na equipa principal. No segundo tempo, Haashmin Domingo e o recém-entrado Rui Gomes sentenciaram a partida. A formação liderada por Vitor Campelos ocupa agora o 14º lugar com três pontos acima da linha de água.
Os juniores receberam e venceram a equipa do Cesarense por 3-2. Após dois golos madrugadores, os pupilos de Alex acabaram por deixar escapar a vantagem no segundo tempo permitindo o empate. Valeu o golpe final de Leonardo Costa nos instantes finais a colocar, finalmente, os conquistadores em lugar de apuramento que partem para a última jornada sem depender de terceiros.
Sortes diferentes nos outros escalões na deslocação ao terreno do Rio Ave. Os iniciados subiram ao 3º posto ao terem vencido os vilacondenses por 2-1. Já os juvenis acabaram derrotados por 2-0 e perderam a possibilidade subir também ao 3º lugar.

Modalidades:

Num jogo de basquetebol muito equilibrado, a sorte caiu para o lado da equipa da casa. Triunfo do Ovarense por 85-84 alcançado nos minutos finais que deixa a formação orientada por Fernando Sá no 4º lugar com 27 pontos, a cinco do líder.
Em voleibol, o Vitória regressou aos triunfos ao derrotar o Caldas por 3-2 com os parciais de 25-23, 25-20, 23-25, 16-25 e 15-9. Os conquistadores encontram-se agora na 10ª posição com 19 pontos, a quatro jornadas do fim.
No polo aquático, a formação vitoriana deslocou-se a Cascais e foi derrotada pela equipa local por 14-12, mantendo-se no 5º lugar com 13 pontos conquistados.

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domingo, 21 de janeiro de 2018

Regresso aos triunfos

Os conquistadores triunfaram pela primeira vez no ano de 2018 ao derrotarem a equipa do Estoril por três bolas a uma. Em superioridade numérica durante quase toda a partida, o Vitória sentiu dificuldades para resolver o jogo mais cedo, tendo o tento final e decisivo chegado só em tempo de descontos.
Foto de Vitória Sport Clube.
Foto: Vitória Sport Clube
Pedro Martins procedeu a quatro alterações em relação ao jogo anterior, com destaque para a titularidade de Wakaso e Pedrão, recuperados de lesão. A atravessar momentos dificeis, Vitória e Estoril encontraram-se no D.Afonso Henriques e o jogo não poderia ter começado pior para os canarinhos. Com dez minutos de jogo decorridos, Abner impediu que Heldon se isolasse e viu o vermelho direto. Na sequência do livre, Eduardo desviou a bola para canto com o cotovelo. Jorge Sousa consultou as imagens, mas mandou seguir. Meia dúzia de minutos depois, eis que Hurtado introduz a bola dentro da baliza já com a bandeirola levantada. O VAR voltou a intervir e, desta vez, em benefício do Vitória, validando o golo do peruano. Mesmo a jogar em superioridade numérica, os conquistadores não conseguiam corresponder aos "empurrões" vindos das bancadas. Muito apoio, muita constelação, muitas jogadas falhadas no último passe. O Estoril, esse, cresceu na ponta final do primeiro tempo. André Claro não marcou à primeira, marcou à segunda. Bomba de Eduardo ao poste na cobrança de um livre e, na recarga, o número 22 a restabelecer a igualdade.
No inicio do segundo tempo, Rafael Martins substituiu Víctor Garcia de modo a que João Aurélio descesse a lateral e a formação vitoriana passasse a jogar em 4-4-2. E, diga-se de passagem, uma substituição acertada e com efeitos imediatos. O brasileiro assustou Renan Ribeiro com um remate à malha lateral. Dois minutos depois, o ponta de lança trabalhou bem na área estorilista e assistiu Raphinha, recolocando o Vitória na frente do marcador. Do outro lado, Eduardo continuava a ser o autor dos remates de fora da área que levavam relativo perigo à baliza de Douglas. Já com Francisco Ramos em jogo - tendo entrado para o lugar de Tallo - os conquistadores estiveram perto do terceiro por diversas vezes. Jubal e Hurtado tentaram a sua sorte através de dois cabeceamentos perigosos. Faltava algum discernimento. Raphinha saiu com queixas e Sturgeon entrou para o seu lugar. No último suspiro, Heldon dissipou todas as dúvidas com o 3-1 final. Respirava-se de alívio em Guimarães.
Triunfo sofrido mesmo depois de a formação vitoriana ter jogado cerca de 80 minutos com mais um elemento em campo. O Estoril de Ivo Vieira arriscou e conseguiu mesmo intimidar a equipa liderada por Pedro Martins. O momento da equipa não conseguiu evitar o sofrimento até ao final. Com este resultado, colocou-se um ponto final na série negra de seis jogos consecutivos sem vencer. Face aos acontecimentos recentes, o contexto não era o mais favorável, ainda assim, o tal "abanão" (exagerado na prática) surtiu um dos efeitos pretendidos: o regresso aos triunfos. Assistiu-se a um ambiente completamente diferente do habitual no primeiro tempo com uma troca de papéis entre as claques do topo sul e as restantes bancadas. Que fique claro: juntos venceremos, divididos cairemos. A constelação de emoções transfigurou-se no Estádio D.Afonso Henriques com um apoio incansável. O Vitória encontra-se agora na 7ª posição, em igualdade pontual com o Chaves, com 26 pontos conquistados, a 7 pontos do 5º classificado.
Destaque da semana



Equipa B e Futebol de Formação:

A equipa B deslocou-se a Oliveira de Azeméis e conseguiu algo que a equipa principal não tinha conseguido: vencer a Oliveirense. Triunfo por duas bolas a uma que colocou os bês no 15º lugar, acima da linha de água, com 23 pontos conquistados (12 deles nas últimas cinco partidas). Os golos foram apontados no decorrer da primeira parte, por intermédio de Óscar Estupiñán e David Luis.
Os juniores empataram a uma bola no reduto do Moreirense. Com este resultado, os sub-19 encontram-se na 5ª posição - em igualdade pontual com o Boavista - e estão agora a apenas três pontos do 4º classificado, curiosamente o adversário deste fim de semana.
Também os juvenis não foram além de um empate a uma bola. A jogar em casa, frente à Académica, os sub-17 caíram do pódio ao serem ultrapassados pelo Rio Ave. 12 pontos ao fim de 8 jornadas.
Os iniciados receberam e venceram o Moreirense por 2-0, resultado que lhes permitiu ascender à quarta posição com 9 pontos conquistados ao fim de 7 jornadas.

Modalidades:

A equipa liderada por Fernando Sá foi surpreendida em casa pela formação do Lusitânia. Duas partes antagónicas. A vantagem de 20 pontos alcançada até ao intervalo acabou por ser desperdiçada de forma escandalosa, permitindo que os açorianos vencessem por 83-86. Ainda assim, a formação vitoriana permanece no 4º lugar, a quatro pontos do líder. A contar para os "oitavos" da Taça de Portugal, os conquistadores foram eliminados pelo Terceira BC após a derrota em casa por 89-96. Fim de semana negativo para o basquetebol do Vitória.
No que diz respeito ao voleibol, os conquistadores receberam o Sporting e acabaram derrotados por uns claros 0-3, após os parciais de 19-25, 18-25 e 15-25. Na deslocação ao pavilhão da AAS Mamede, o último classificado, o Vitória venceu por 1-3 com os parciais de 22-25, 25-23, 20-25 e 17-25. Porém, a formação vitoriana mantém-se nos lugares de descida.


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sexta-feira, 12 de janeiro de 2018

Sede de vencer...

Quarta derrota consecutiva em jogos a contar para o campeonato! Incompreensível. Naquele que foi o primeiro jogo da segunda volta, Vitória e Chaves protagonizaram um jogo recheado de emoção com muitos golos. Os conquistadores estiveram a vencer por 2-0 mas viriam a perder por 4-3 com um penalty convertido já em tempo de descontos.
Liga NOS: Chaves x V. Guimarães
Lance que decide o encontro (Foto: ZeroZero)
O Vitória alinhou de inicio com: Douglas; Vigário, Jubal, Marcos Valente, Víctor Garcia; Rafael Miranda, Francisco Ramos, Hurtado; Heldon, Raphinha e Tallo. Num jogo extremamente emocionante, a primeira equipa a levar perigo à baliza adversária até foi o Vitória. Cruzamento de Raphinha e finalização irrepreensível de Hurtado. Meia dúzia de minutos depois, num excelente contra-ataque, Heldon libertou Raphinha deixando-o na cara do golo. O número 11 não desperdiçou e ampliou a vantagem ao minuto 16'. Os conquistadores ainda estiveram perto de repetir o filme do jogo de abril do ano passado com o terceiro golo nos pés de Hurtado a ser negado por António Filipe. Contudo, eis que surge a resposta da equipa da casa, igualando o marcador em apenas três minutos. William iludiu Tiago Martins ao assinalar uma grande penalidade por alegada falta de Francisco Ramos. Tiba não desperdiçou. Logo a seguir, Matheus cruzou para Davidson, repondo a igualdade. A resposta dos conquistadores não tardou. Cinquenta segundos depois, a passe de Heldon, Tallo recolocou o Vitória na frente. Pedro Martins lançou Kiko para o lugar de Francisco Ramos que já tinha visto um amarelo. No entanto, nem isso impediu o golo do empate do Chaves mesmo à beira do intervalo. Golpe duro para a formação vitoriana que esteve em vantagem por duas vezes e não a soube segurar.
Os segundos 45 minutos foram completamente diferentes dos primeiros, algo que até era minimamente expectável. Ambas as equipas foram mais pragmáticas, tentando não conceder tanto espaço à equipa adversária como tinha acontecido no primeiro tempo. As oportunidades mais flagrantes estavam guardadas para lá dos 80 minutos. Já com Sturgeon em campo (que tinha rendido Heldon), até foi o número 71' o autor da última aproximação da formação vitoriana à baliza adversária. Pedro Martins substituiu Tallo por Rafael Martins mas já numa fase muito tardia da partida. Aquando da sua entrada, Matheus tentou assustar Douglas de livre direto. No entanto, o mais temível aconteceu nos descontos. Na sequência de um livre, Kiko foi imprudente e desviou a bola com o braço dentro da grande área. O árbitro Tiago Martins consultou as imagens e assinalou a infração que, pelas repetições, era clara. No frente a frente com Douglas, Tiba voltou a enganar o guarda-redes e fez a reviravolta no marcador enquanto decorria o minuto 96'... Se sofrer o 3-3 em cima do intervalo já tinha sido um golpe duro, o que dizer de perder um jogo com um penalty convertido nos descontos...?
Um autêntico jogo de loucos que não merecia este desfecho. A verdade é que o Vitória voltou a ter razões de queixa da arbitragem visto que houve uma grande penalidade mal assinalada que relançou o Chaves ainda na primeira parte. Contudo, isso não explica, de todo, a atual situação do Vitória. A falta de planeamento assume-se, desde agosto, como sendo a razão principal. Seis jogos sem vencer. Quatro derrotas consecutivas no campeonato. Dezassete - repito, dezassete - golos sofridos nas últimas cinco deslocações. Os números doem. Doem tanto como este oitavo lugar na tabela classificativa, correndo nós o risco de ficar a sete pontos do 5º lugar ainda esta jornada. Será que devemos, primeiro, concentrarmo-nos em garantir a manutenção? O Vitória é grande e merece ser respeitado. Os adeptos... Esses? Ainda mais. Está na altura de mudar! Mas não é de treinador. Para mim, esse continua a ser dos que tem menos culpa no meio disto tudo. No passado dia 8, assistiu-se à apresentação da Lista 'Novo Vitória'. É preciso sangue novo!

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domingo, 7 de janeiro de 2018

Mais do mesmo...

A inconsistência continua a ser a palavra de ordem. Depois da goleada consentida nos "oitavos" da Taça de Portugal, eis que o Vitória voltou a sofrer quatro golos no Estádio do Dragão, desta vez a contar para o campeonato. Derrota por quatro duas bolas a uma no fecho da primeira volta.
Liga NOS: FC Porto x Vitoria SC
Foto: ZeroZero
O Vitória alinhou de inicio com: Douglas; Konan, Jubal, Marcos Valente, Víctor Garcia; Rafael Miranda, Francisco Ramos, Hurtado; Heldon, Raphinha e Tallo. Nos primeiros 20 minutos de jogo registou-se um cenário muito pouco comum: nenhuma das equipas tinha feito qualquer remate. Foi preciso esperar pelo minuto 22'. Num contra-ataque organizado, Víctor Garcia teve o espaço suficiente para fazer um cruzamento teleguiado ao qual correspondeu o pé esquerdo de Raphinha. Seis anos depois, o Vitória voltava a marcar no Dragão. A equipa da casa, pela primeira vez em desvantagem em jogos a contar para o campeonato, tentou reagir mas chocou sempre com a solidez defensiva apresentada pelos conquistadores durante o primeiro tempo. Brahimi era o jogador mais inconformado e demonstrava-o através de uma insistência ofensiva que não era correspondida. A inconformidade passou impune quando este, a caminho dos balneários, dirigiu-se ao árbitro de forma imprópria. Talvez estivesse a reclamar da grande penalidade não assinalada sobre Hurtado à passagem do minuto 41'...
O intervalo mudou tudo. Para bem do Porto e para mal do Vitória. Na primeira vez que os dragões levaram perigo à baliza, Douglas negou um golo que parecia selado na cabeça de Aboubakar. A partir daqui, deu-se asas à expressão "cada tiro, cada melro". O camaronês fez o gosto ao pé logo a seguir correspondendo a um cruzamento de Corona. Cinco minutos depois, eis que Brahimi decide protagonizar um lance de génio consumando a reviravolta no marcador. Pedro Martins não hesitou e lançou Sturgeon e Rincón. Marega não quis ficar atrás dos colegas e bisou num curto de espaço de tempo, pedindo desculpa aos mais de 1000 vitorianos que se deslocaram às Antas. Nota ainda para as assistências a esses dois golos, primeiro por Hernâni, depois por Ricardo Pereira. Ambos os jogadores formados no Vitória. Quatro golos sofridos em apenas 25 minutos. Não é inédito, contudo, torna-se impaciente, intolerante, incompreensível, tudo o que se possa chamar... Já com Kiko em campo, tendo substituido o peruano Hurtado, eis que surge o último golo do encontro. Numa altura em que se faziam "olés", Heldon respondeu ao inventar uma jogada e reduzindo, assim, para 4-2.
Após uma excelente primeira parte patente num setor defensivo e organizado, surgiu uma segunda parte completamente oposta. Mais do mesmo. Ora fazemos uma boa primeira parte e um péssimo segundo tempo ou vice-versa. Inconsistência no seu auge. De facto, até foi uma surpresa este Vitória ir para o intervalo a vencer. Era também expectável que o nosso setor defensivo não aguentasse muito mais tempo e acabasse por fracassar, mas nunca ao ponto de se pensar que podíamos sofrer quatro golos em tão pouco tempo. É caso para dizer que marcámos o primeiro e o último tento do encontro, contudo, sofremos quatro golos pelo meio... Concluída a primeira volta, o Vitória encontra-se no 7º lugar com 23 pontos, os mesmos que o Chaves. A quatro do Marítimo e do Rio Ave. E a quatorze - sim, viram bem, quatorze (!) - pontos do 4º classificado. Ainda para mais numa altura em que só no resta o campeonato... A História do Vitória merece mais. Os adeptos merecem mais!


Equipa B e Futebol de Formação:

Os bês somaram mais uma derrota caseira, desta vez frente ao Nacional da Madeira por três bolas a duas. A formação de Vitor Campelos chegou a estar a vencer por 2-0, com golos de David Luis e Denis Duarte, contudo, acabou por desperdiçar a vantagem alcançada à meia hora de jogo, permitindo o empate à beira do intervalo. Ricardo Gomes (ex-Vitória) que já havia marcado o 2-2, consumou a reviravolta madeirense nos últimos dez minutos da partida. Com este resultado, o Vitória B termina a primeira volta na penúltima posição com apenas 17 pontos conquistados.
Na deslocação a Matosinhos, a formação liderada por Alex não foi além de um nulo frente ao Leixões. Ainda que possa não parecer, foi um ponto importante na luta por um lugar que carimbe a passagem aos play-off na luta pelo título. A quatro jogos do final da fase regular, os juniores encontram-se na 6ª posição com quatro pontos de atraso face ao 4º classificado. É de referir ainda que os próximos jogos serão todos frente a equipas que, neste momento, se encontram abaixo do Vitória na tabela classificativa.
Os juvenis receberam e venceram o Paços de Ferreira por uma bola a zero, subindo ao 5º posto na classificação com 8 pontos conquistados. O mesmo número marca a distância que os sub-17 têm para recuperar de modo a chegar aos lugares de apuramento para a próxima fase. Uma tarefa muito difícil, ainda que faltem oito jogos para se disputar.
Já os iniciados deslocaram-se ao terreno do Aveleda onde foram derrotados por 2-1. Com este resultado, os sub-15 caíram para a 7ª posição com apenas 6 pontos, ficando agora a sete dos lugares de apuramento.

Foto de Basquetebol Vitória SC.
Destaque da semana (Foto: Basquetebol Vitória SC)
Modalidades:

O basquetebol voltou aos triunfos frente à formação do Galitos por 81-78. A vitória foi alcançada já no último suspiro com um triplo de Miguel Cardoso antes da linha de meio campo. Um lance soberbo ao cair do pano que fez explodir o pavilhão vimaranense. A equipa orientada por Fernando Sá encontra-se agora no 4º lugar com 23 pontos conquistados. Refira-se ainda que, à partida para esta jornada, o Vitória detinha o melhor ataque e a pior defesa do campeonato. No entanto, e apesar do triunfo, perdeu o estatuto de melhor ataque para o líder Benfica.
No voleibol, dois jogos, duas derrotas. Na receção ao Leixões, foi preciso ir à negra depois dos parciais de 22-25, 19-25, 25-21, 26-24, 8-15. Na visita ao pavilhão do Esmoriz, o Vitória foi derrotado por 3-1 com os parciais de 25-18, 24-26, 26-24, 25-22. A formação vitoriana encontra-se agora nas posições de descida, sendo claramente urgente regressar aos triunfos.
Na deslocação a Coimbra, o polo aquático do Vitória derrotou a Académica por 8-16. Um resultado que fez com que os conquistadores subissem ao 5º lugar com 12 pontos conquistados.

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sábado, 23 de dezembro de 2017

Vergonhoso!

Já não há palavras que possam caracterizar o atual (péssimo) momento do Vitória. Em jogo antecipado da 16ª jornada, a formação vitoriana foi surpreendida em casa ao ser derrotada pelo Tondela por uma bola a zero. Era este o presente de Natal que tanto se falava?
Foto: Vitória Sport Clube
O Vitória alinhou de inicio com: Douglas; Konan, Marcos Valente, Jubal, Víctor Garcia; Rafael Miranda, Francisco Ramos; Sturgeon, Heldon, Raphinha e Tallo. O Vitória até entrou bem no jogo. À passagem do minuto 4', Víctor Garcia cruzou para a área e Sturgeon esteve muito perto de inaugurar o marcador, contudo, o cabeceamento foi travado por Cláudio Ramos. O Tondela respondeu e até esteve perto de marcar por intermédio de Helder Tavares. A equipa orientada por Pepa demonstrou sempre estar organizada defensiva e ofensivamente, pressionando muitas vezes o setor defensivo vimaranense no último terço do terreno que sacudiu a bola pela linha lateral por variadíssimas vezes. Ainda assim, antes do intervalo, o Vitória dispôs de duas oportunidades para se adiantar no marcador. Primeiro por Heldon a ficar na cara do golo num lance de insistência. E depois por Marcos Valente que rematou ao poste na recarga de uma bela defesa do guarda-redes do Tondela a cabeceamento de Rafael Miranda.
No segundo tempo, a primeira oportunidade até pertenceu ao Tondela, novamente por Helder Tavares. Depois só deu Vitória. Muito coração, pouca cabeça. Ao minuto 63', os remates seguidos de Heldon, Tallo e Francisco Ramos esbarraram na defensiva tondelense, já com Hurtado em campo após substituir Sturgeon. Helder Ferreira também foi a jogo, ocupando a posição de Heldon. Pouco depois foi a vez de Raphinha aparecer na cara do golo. O lance capital do encontro teve lugar a um quarto de hora do final. Konan embrulhou-se com Murillo na grande área e António Nobre prontamente apontou para a marca dos onze metros. Recorreu ao VAR sem ver as imagens e manteve a decisão. Incorretamente. Douglas ainda adivinhou o lado mas o potente remate do Murilo era indefensável. Pedro Martins não hesitou e lançou Rafael Martins. A cinco minutos do fim, Ricardo Costa cometeu falta sobre Jubal na grande área e o árbitro, no momento, nada assinalou. Foi ver o lance por indicação do VAR e concedeu grande penalidade. Raphinha não revelou a frieza necessária e permitiu a defesa de Cláudio Ramos. Pura infelicidade. Durante os pobres seis minutos de descontos - deviam ter sido bem mais! - Rafael Martins e Hurtado, mesmo sem o guarda-redes na baliza, desperdiçaram a oportunidade de chegar ao empate.
Mais um jogo em que perdemos pontos de forma completamente desnecessária. Os lugares europeus há muito que fogem de forma vertiginosa. Em menos de uma semana conseguimos a proeza de perder frente a duas equipas cujo objetivo é simplesmente a manutenção. Isso é, no mínimo, vergonhoso. Como se isto não bastasse, a próxima partida a contar para o campeonato será no Dragão, algo que em nada consegue colorir o cenário. Com reste resultado, o Vitória mantém-se no sétimo posto da tabela classificativa mas com menos um jogo em comparação às equipas mais próximas. Chega de passar paninhos quentes! Repito o que disse há meia dúzia de dias atrás: Se o que se quer é lutar pelos lugares cimeiros, então também é fundamental jogar com raça ao longo de todas as partidas e não só numa das partes de cada jogo como muitas vezes tem acontecido. O desgaste físico acumulado dificulta tudo. Há quem resista a isso, no entanto, não é o nosso caso. E a culpa tem um nome. Não é Douglas, não é Miguel Silva, não é Pedro Martins. E podia continuar a enumerar outros nomes a noite toda... A responsabilidade máxima deste fracasso não pertence exclusivamente a nenhum destes. O resto, vocês já sabem.

ACORDA VITÓRIA!